sexta-feira, 20 de julho de 2012

do devir...



Na verdade, ainda que apreciemos o devir, é-nos difícil aceitar a mudança, a alteração do ser.
(ah,  mas o Ser é imutável, perfeito e eterno...)
Seríamos outros se o mundo fosse composto não de mudança mas de imutabilidade.
Procurámos fazer permanecer, fixar, o que nos emociona, o que nos cala...
É isto que uma fotografia nos leva a pensar.

4 comentários:

via disse...

parece-me a beira tejo,e a água, de todos os elementos o mais mutável.

L.S. disse...

Bem que podia ser o Tejo,mas trata-se do Mondego, num fim de tarde.
Não associava a água à mutabilidade...
Ab.

Pedrasnuas disse...

Nada permanece igual...nada! Transforma-se para melhor, ou para pior... estagnado não fica!!! mesmo o que está fixo... não fica igual...o tempo encarrega-se de mudar-lhe a face...Beijinho para ti e para as águas lindas do Mondego!;)

L.S. disse...

Pedrasnuas, obrigada pela delicadeza, passassem as águas do Mondego mais perto para que eu lhe desse o bjinho...Ab.